• Jéssica Iancoski

Manuel Bandeira - Poema Desencanto | Poesia Brasileira

Poema de Manuel Bandeira Desencanto.


Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho foi um poeta, crítico literário e de arte, professor de literatura e tradutor brasileiro.


É considerado como parte da geração de 1922 do modernismo no Brasil.


Seu poema "Os Sapos" foi o abre-alas da Semana de Arte Moderna.


Nasceu em Recife em 1886 e faleceu em 1968, aos 82 anos.


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Desencanto (Poesia Brasileira: Manuel Bandeira/Toma Aí Um Poema)

Poema: Desencanto

Poeta: Manuel Bandeira

Voz: Pedro Cardoso | @peti_gato


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Desencanto


Eu faço versos como quem chora

De desalento... de desencanto...

Fecha o meu livro, se por agora

Não tens motivo nenhum de pranto.


Meu verso é sangue. Volúpia ardente...

Tristeza esparsa... remorso vão...

Dói-me nas veias. Amargo e quente,

Cai, gota a gota, do coração.


E nestes versos de angústia rouca

Assim dos lábios a vida corre,

Deixando um acre sabor na boca.

- Eu faço versos como quem morre.

Desencanto (Poesia Brasileira: Manuel Bandeira/Toma Aí Um Poema)

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