• Jéssica Iancoski

6 Fábulas de Esopo com Tradução de Antonio Carlos Vianna

Separamos neste post 6 Fábulas de Esopo com tradução de Antonio Carlos Vianna.


Confira! =P


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Fábulas de Esopo por Antônio Carlos Vianna

Antônio Carlos Viana foi um escritor brasileiro dos últimos tempos.


Entre as suas obras, ele dedicou algum tempo para traduzir as fábulas de Esopo.


As fábulas são histórias curtas que tratam de algum conflito com o intuito de gerar reflexões sobre o comportamento humano, através de uma moral, corriqueiramente explicita.


Normalmente, tem como personagens animais, deuses e homens, os quais ocupam o centro do enredo.


São muito populares entre as crianças e este gênero literário é o queridinho da educação infantil.


Um dos principais escritores de fábulas de todos os tempos foi Esopo.


As fábulas de Esopo são passadas e sobrevivem de geração em geração.


Esopo é continuamente citado por grandes pensadores como Apolônio de Tiana, Aristófanes, Freud, Heródoto, Liev Tostói, Platão e muitos outros!


Separamos neste post algumas fábulas de Esopo que foram traduzidas por Antonio Carlos Vianna.


Você pode encontrar 352 fábulas atribuídas a Esopo, com tradução de Antônio Carlos Vianna, no livro Fábulas de Esopo (L&PM, 2007).


Fábula A Cigarra e A Formiga


Era inverno e as formigas botaram para secar os grãos que a chuva molhara. Uma cigarra faminta lhes pediu o que comer. Mas as formigas lhe disseram:

- Por que tu também não armazenaste tua provisão durante o verão?

- Não tive temo – respondeu a cigarra –, no verão eu cantava.

As formigas completaram:

- Então agora dance.

E caíram na risada.


Moral da História

É importante se planejar para os tempos difíceis.

Fábula A Formiga e O Escaravelho


Era verão. Uma formiga percorria o campo fazendo sua provisão de trigo e cevada para o inverno. Um escaravelho admirou-se por vê-la tão agitada; enquanto ela estava assim atarefada, os outros animais se divertiam. A formiga não disse nada. Mais tarde, porém, quando veio o inverno e a chuva destruiu os estercos, o escaravelho foi até ela e pediu um pouco do que ela tinha guardado. A formiga respondeu-lhe:

- Amigo escaravelho, se tivesses trabalhado no tempo em que meus esforços não suscitavam senão teus sarcasmos, agora terias alimento.


Moral da História

Quem foi irresponsável em tempo de abundância chorará em tempo de penúria.

Fábula A Tartaruga e A Lebre



Uma tartaruga e uma lebre discutiam para saber quem era a mais veloz. Por isso, combinaram uma data para uma corrida e um local aonde deveriam chegar. No dia certo, partiram. A lebre, que contava com sua rapidez natural, não se preocupou com a corrida. Caiu à beira de uma estrada e adormeceu. Já a tartaruga, que se sabia quão lenta era, não perdeu tempo e, deixando a lebre dorminhoca para trás, venceu a aposta.


Moral da História

O talentoso com preguiça perde para quem enfrenta a liça.

Fábula O Asno e A Carga de Sal


Um asno carregado de sal atravessava um rio. Um passo em falso e ei-lo dentro da água. O sal então derreteu e o asno se levantou mais leve. Ficou todo feliz. Um pouco depois, estando carregado de esponja às margens do mesmo rio, pensou que se caísse de novo ficaria mais leve e caiu de propósito nas águas. O que aconteceu? As esponjas ficaram encharcadas e, impossibilitado de se erguer, o asno morreu afogado.


Moral da História

Algumas pessoas são vítimas de suas próprias artimanhas.

Fábula O Jardineiro e O Cão


Um jardineiro desceu ao fundo de um poço para tirar seu cão que caíra lá dentro. Pensando que seu dono descera para enterrá-lo ainda mais, o cão voltou-se contra ele e mordeu-o. O jardineiro saiu do poço lamentando sua dor: "Bem empregado. Quem mandou eu querer tirar do apero quem lá se meteu voluntariamente?"


Moral da História

Algumas pessoas não sabem aceitar ajuda, por mais que precisem.

Fábula O Pastor Brincalhão


Um pastor que levou suas ovelhas para pastar em uma aldeia distante gostava de fazer a seguinte brincadeira: gritava “os lobos estão atacando!” E clamava pelo socorro dos habitantes locais. Duas, três vezes, os moradores ficaram com medo e fugiram da cidade, para depois voltarem rindo. Mas os lobos terminaram atacando de verdade. Como estavam devorando os carneiros, o pastor gritou por socorro. Os moradores pensaram que fosse mais uma brincadeira e não lhe deram nenhuma atenção. Foi assim que o pastor perdeu seu rebanho.


Moral da História

Ninguém acredita no mentiroso mesmo quando diz a verdade.

Escute a Playlist que Preparamos com as histórias de Esopo!



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